2006-06-07

A "Sintra" da Beira

«Onde o granito é água, o verde é luz, o azul é serra, e os segredos respiram-se!» é assim que Paula Silva retrata num poema Alpedrinha, a vila dotada de uma espantosa riqueza cultural e histórica, para além de um tesouro natural que lhe confere o estatuto de Sintra da Beira.
in O Primeiro de Janeiro
Foto:Idem

Aos cibernautas sempre atentos sobre o que se vai publicando sobre Alpedrinha, sugiro a visita so site do jornal "O Primeiro de Janeiro", para lerem um artigo publicado recentemente num suplemento sobre o Concelho do Fundão. Este artigo faz referência a uma entrevista com o Presidente da Junta de Freguesia de Alpedrinha, Sr. Francisco Barata Roxo, onde o mesmo salienta as potencialidades desta vila nos mais variados níveis, desde o seu microclima com vantagens ímpares para a agricultura, qualidade das águas, serviços existentes, actividades culturais, Turismo e outros.

Basta ir a:

http://www.oprimeirodejaneiro.pt

2 comentários:

paula silva disse...

Fico muito feliz por saber que o "Primeiro de Janeiro" deu tanto relevo à nossa Vila. O artigo, no geral, está muito bom e dignifica a nossa terra.
Em relação ao facto do artigo começar com uma citação de parte de um poema meu, fico lisonjeada mas ao mesmo tempo apreensiva, primeiro porque é um inédito, uma vez que não foi nunca publicado, depois porque ninguém me solicitou autorização para isso... Como é que o poema foi parar às mãos do jornalista? Não que fique chateada, mas parece-me de bom tom que nestas pequenas coisas haja alguma lisura e transparência, é uma questão de respeito e de direitos de autor.
Pois bem, deixei um comentário no próprio jornal, uma vez que o site o permitia e passo a citá-lo:

«Sou a autora do poema com que se inicia esta notícia, melhor dizendo, é citada parte de um poema meu, inédito, porque nunca antes publicado. E eis a minha preocupação: Como tiveram acesso ao poema? E porque não me foi solicitada autorização para a sua citação? Embora fique lisonjeada pelo facto de o citarem, isso não alivia a minha preocupação e jornalisticamente não me parece correcto citarem-me sem uma única referência informativa, nomeadamente que nasci em Alpedrinha, embora ali não resida há mais de 20 anos.
Sem mais,
Saudações Alpetrinienses»

Como até tenho alguns conhecimentos no campo do jornalismo estou à vontade para criticar a forma como o poema foi citado.

Desta vez a surpresa foi boa! Bem Hajas Fernando por mais um artigo tão informativo.

Relativamente à REFER/JFA e Estação, folgo em saber que tem havido esses contactos e essa vontade, a ideia é realmente BOA, e os escuteiros seriam um bom grupo para tomar conta do espaçao e revitalizá-lo, para além de que merecem e precisam de um espaço.
É pena que ainda não se tenha conseguido um bom entendimento, mas a esperança é a última a morrer não é? Não desistamos por isso desse sonho, talvez um dia se torne realidade, quem sabe?

Fernando Jorge Pires disse...

Dr.ª Paula:
É verdade que não sei ao certo onde foi a jornalista retirar o pequeno excerto do seu poema. Eu tenho a certeza que já o li algures. Não sei se foi no seu blogue. Será que o tem publicado no seu fantástico e interessante blogue e foi de lá que o retiraram?
Mas é certo que, quando li o artigo, no jornal que estava na Junta de Freguesia, estava com o Sr. Presidente da Junta e com o seu pai, e veio logo a pergunta de onde é que o poema foi tirado. O Sr. Francisco Roxo disse que não fazia ideia e que não tinha sido ele a fornecê-lo. E por acaso eu disse que provavelmente deveria ter sido retirado do seu blogue na internet.
No entanto, fico algo apreensivo por isso, por não ter sido pedida autorização para publicação e não ter sido colocada qualquer referência à autora além do nome.

Cumprimentos e obrigado pela assídua leitura.